quarta-feira, 27 janeiro 2021 20:25

As lições de Clio

Classifique este item
(2 votos)

«[…] nunca seremos capazes de lutar contra a nossa tendência para a aniquilação recíproca se não a estudarmos e a ensinarmos e se não enfrentarmos o facto de que os humanos são os únicos mamíferos capazes de aniquilar a sua própria espécie.»

Yehuda Bauer, “Rethinking the Holocaust”, Yale U. P., 2001, p. 262


Desde 2005 que a Organização das Nações Unidas fixou o dia 27 de janeiro como o DIA INTERNACIONAL EM MEMÓRIA DAS VÍTIMAS DO HOLOCAUSTO. Esta data foi escolhida por coincidir com o aniversário da libertação do campo de concentração e extermínio nazi de Auschwitz-Birkenau, pelas tropas soviéticas, em 1945, faz hoje precisamente 76 anos.

A evocação desse dia tornou-se, então, quer numa homenagem a todos aqueles que sofreram as atrocidades do nazismo quer num protesto relativamente a todos os discursos de ódio, intolerância, preconceito e discriminação que tentem reduzir a variedade do que é ser humano.

A memória quer-se, assim, não só eco do passado, mas voz ativa que nos resgate da indiferença conformista e nos convoque num “continuum” geracional para o combate do que nos pode expropriar da nossa humanidade.

Nas aulas de Psicologia B o tema tem sido abordado. Fica aqui, no link abaixo, em formato e-book, a súmula desse trabalho.

A prof de Psicologia B,

Ana Paula Inácio

 

Lido 119 vezes Modificado em quinta-feira, 28 janeiro 2021 22:11